Esta semana o Alberto esteve em Rabat (Marrocos).
Segunda
feira de passaporte na mão lá foi ele para mais uma aventura em Marrocos.
A viagem seria Porto-Lisboa-Casablanca-Rabat.
Desta vez a viagem foi feita sozinho.
A viagem seria Porto-Lisboa-Casablanca-Rabat.
Desta vez a viagem foi feita sozinho.
Rabat é a segunda maior cidade de Marrocos com cerca de 1,7 milhões de habitantes e a Capital do País. Aqui estão centralizados todos os edifícios do governo e é a cidade mais rica.
Aqueles
que me seguem com mais atenção sabem que Marrocos é um país que me agrada. E mais uma vez aventurei-me sozinho numa Medina e não tive qualquer tipo de
problema.
A
aventura começou logo no primeiro dia quando o Alberto chega a Casablanca e não
tinha ninguém à espera dele, depois de uns telefonemas e passados 30m lá
apareceu o motorista para me levar até Rabat.
Chegado
ao hotel e depois de ter feito check-in reparo que o meu quarto tem uma vista
magnífica para...o interior do edifício. Ainda
tentei trocar de quarto, mas estava tudo ocupado.
Na
terça feira, a aventura foi pela periferia do hotel para tentar sentir a cidade
e até que ponto poderia andar sozinho, visitei um parque e dei a volta ao
quarteirão, o parque em si era normal é igual a muitos outros espaços verdes
espalhados por esse mundo fora, com a diferença que este tinha lixo por todo o
lado. Papéis, plásticos e até mesmo vidro era o que mais poderias encontrar neste
parque. Deveriam cuidar mais destes locais de lazer....digo eu!
Na
quarta feira foi o auge da minha estadia, quando lá me aventurei a percorrer
1,7km a pé.
Um dos lugares mais interessantes para conhecer em
Rabat é o Kasbah des Oudaïas, uma fortaleza que data do período almorávida
(séculos XI e XII). Os almorávidas eram originalmente monges soldados
provenientes de grupos nômades do Saara.
Mas para lá chegar teria de atravessar a Medina de Rabat.
Confesso que inicialmente tive receio de o fazer, mas como bom
aventureiro lá arrisquei.
Do
hotel até Kasbah des Oudaïas tive o apoio do meu GPS e para este tipo de
aplicação...qualquer "rua" é uma "boa" rua. Então posso
dizer que andei por ruas e vielas onde só os locais atravessavam, longe da confusão
e da azáfama do comércio. Uma das coisas que mais gosto nas medidas são os sons, cores e cheiros que quase se transformam em sabores.
Ainda
cheguei a hesitar em ir por onde o GPS dizia porque as ruas "metiam
respeito", mas fui na mesma.
Atravessada
a Medina, chego a muralha que tinha como objectivo.
Aqui deparei-me com um conjunto de casas, todas
pintadas metade de branco e metade de azul (como podem ver nas fotos), muito
bonitas.
Depois disso chego a uma praça com uma vista para
o a foz do Rio Bu Regreg e para as praias, aqui foi engraçado (e estranho ao mesmo tempo) ver uma encosta
com uma vista privilegiada sobre o mar, que tinha só e apenas um Cemitério...estranho.
O que realmente captou a minha atenção foi ver o contraste que existe entre culturas, ou seja a forma completamente como eles fazem praia.
Não é melhor, nem pior, é apenas a cultura deles e respeito essa diferença!
Beijinhos e abraços, obrigado por estarem aí! :)
O que realmente captou a minha atenção foi ver o contraste que existe entre culturas, ou seja a forma completamente como eles fazem praia.
Não é melhor, nem pior, é apenas a cultura deles e respeito essa diferença!
Beijinhos e abraços, obrigado por estarem aí! :)
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