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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Marrocos (Rabat)


Esta semana o Alberto esteve em Rabat (Marrocos).

Segunda feira de passaporte na mão lá foi ele para mais uma aventura em Marrocos.

A viagem seria Porto-Lisboa-Casablanca-Rabat.

Desta vez a viagem foi feita sozinho.

Rabat é a segunda maior cidade de Marrocos com cerca de 1,7 milhões de habitantes e a Capital do País. Aqui estão centralizados todos os edifícios do governo e é a cidade mais rica.

Aqueles que me seguem com mais atenção sabem que Marrocos é um país que me agrada. E mais uma vez aventurei-me sozinho numa Medina e não tive qualquer tipo de problema.
A aventura começou logo no primeiro dia quando o Alberto chega a Casablanca e  não tinha ninguém à espera dele, depois de uns telefonemas e passados 30m lá apareceu o motorista para me levar até Rabat.
Chegado ao hotel e depois de ter feito check-in reparo que o meu quarto tem uma vista magnífica para...o interior do edifício. Ainda tentei trocar de quarto, mas estava tudo ocupado.

Na terça feira, a aventura foi pela periferia do hotel para tentar sentir a cidade e até que ponto poderia andar sozinho, visitei um parque e dei a volta ao quarteirão, o parque em si era normal é igual a muitos outros espaços verdes espalhados por esse mundo fora, com a diferença que este tinha lixo por todo o lado. Papéis, plásticos e até mesmo vidro era o que mais poderias encontrar neste parque. Deveriam cuidar mais destes locais de lazer....digo eu!

Na quarta feira foi o auge da minha estadia, quando lá me aventurei a percorrer 1,7km a pé.
Um dos lugares mais interessantes para conhecer em Rabat é o Kasbah des Oudaïas, uma fortaleza que data do período almorávida (séculos XI e XII). Os almorávidas eram originalmente monges soldados provenientes de grupos nômades do Saara.

Mas para lá chegar teria de atravessar a Medina de Rabat.
Confesso que inicialmente tive receio de o fazer, mas como bom aventureiro lá arrisquei.
Do hotel até Kasbah des Oudaïas tive o apoio do meu GPS e para este tipo de aplicação...qualquer "rua" é uma "boa" rua. Então posso dizer que andei por ruas e vielas onde só os locais atravessavam, longe da confusão e da azáfama do comércio. Uma das coisas que mais gosto nas medidas são os sons,  cores e cheiros que quase se transformam em sabores.
Ainda cheguei a hesitar em ir por onde o GPS dizia porque as ruas "metiam respeito", mas fui na mesma.
Atravessada a Medina, chego a muralha que tinha como objectivo.
Aqui deparei-me com um conjunto de casas, todas pintadas metade de branco e metade de azul (como podem ver nas fotos), muito bonitas.
Depois disso chego a uma praça com uma vista para o a foz do Rio Bu Regreg e para as praias, aqui foi engraçado (e estranho ao mesmo tempo) ver uma encosta com uma vista privilegiada sobre o mar, que tinha só e apenas um Cemitério...estranho.

O que realmente captou a minha atenção foi ver o contraste que existe entre culturas, ou seja a forma completamente como eles fazem praia.
Não é melhor, nem pior, é apenas a cultura deles e respeito essa diferença!











Beijinhos e abraços, obrigado por estarem aí! :)





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