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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Leon (Mexico)


Olá a todos,

Faz muito tempo que  não escrevo a contar as minhas aventuras, a verdade é que repetindo sempre os mesmos destinos, deixa de haver tantas peripécias para contar.

Desta vez vou contar a aventura do Alberto em terras de "El Chapo".

Segunda feira de passaporte na mão lá foi ele para mais uma aventura desta vez no México.

A viagem seria Porto-Frankfurt-Cidade do México -Leon.

E mais uma vez o Alberto lá foi sozinho 2 semanas.

A viagem entra Frankfurt e a Cidade do México é daquelas de deixar todos de cabelos em pé (mesmo os mais experientes) ao ter de passar 12h30m dentro de um avião!
É um atrofio saberes que partiste de Frankfurt às 13h30m passaste 12h30m dentro de um avião e quando aterras ainda São 18h30m. (ufa...que nó na cabeça)

Chegado ao aeroporto da Cidade do México e com uma escala de 3h o Alberto pensou que tinha tempo suficiente para tudo, mas a verdade é que não foi assim tão "à vontadinha" já que à chegada teve de passar o controlo de passaporte e aqui o tempo de espera foi tremendo.

Chegada a minha vez, eis que começa o questionário, do género: quem és, de onde vens e para onde vais, lembrei-me imediatamente do nosso Bocage ahahahah
(para simplificar P é a mulher policia e A o Alberto)
P - "hablas español? English?" 
apeteceu-me dizer que falava portunhol e inglês, mas preferi dizer que só falava Inglês.
P "é a primeira vez no México?"
A "Não"
P "Onde estiveste da primeira vez?"
A "Juarez, 2017"
P "hmmm e o que te traz novamente ao México?"
A "trabalho"
P "qual o destino final?"
A "Leon"
P "quanto tempo ficas?"
A "10 dias"
P "tens bilhete de regresso marcado já?"
A "Sim tenho" - depois de lhe mostrar a reserva
P "bienvenido a México"

Passado este controlo que é normal, começa a aventura "Alberto perdido no aeroporto".
1º passo: levantar a bagagem
2º passo: despachar a bagagem
(é o que dá nao ser um só bilhete de avião)
Bem o aeroporto internacional da Cidade do México além de ser enorme é super confuso (para mim)!
Andei uns bons 45 minutos completamente "perdido" com as indicações.
Até que encontrei um tio e disse-lhe que tinha um voo interno para Leon mas nao sabia onde ir.
"Gringo estas muy lejos"
Mau...ainda agora cheguei já sou gringo?! 
Bem o que é certo é que ele pegou na minha mala e guiou-me até onde deveria ir, e depois de despachar a mala levou-me até ao controlo de segurança.
"Señor gratificacion" 
Gratificação?! hmmmm ok, pega lá 25 pesos (1€)

Chegado a Leon, lá estava o motorista a espera do Alberto para o levar até ao Hotel.

Leon segundo os locais é uma cidade pequena (com cerca de 1,5milhoes de habitantes!) e infelizmente nao tive oportunidade de conhecer melhor já que fui aconselhado a nao o fazer "eres muy gringo para andar solo y es peligroso para ti".
Mesmo assim o Alberto teve a oportunidade de conhecer Guanajuato já que o director da fabrica disponibilizou um motorista/guia no sábado para o levar lá. 

Guanajuato é capital do estado de Guanajuato. Tem actualmente 172,709 habitantes. A sua origem é pré-colombiana. Os astecas a chamavam "Paxtitlan", o que quer dizer "palheiro", mas o nome popular vem da língua purépecha. "Quanaxhuato" quer dizer "lugar cheio de rãs" (confesso que não vi nenhuma...)
A cidade de Guanajuato foi uma das cidades mais importantes da Nova Espanha durante o vice-reinado, tornou-se o primeiro lugar na produção de ouro e prata no século XVIII. As suas diferentes minas, seus belos edifícios, becos e praças conquistaram esta maravilhosa cidade a nomeação como Património da Humanidade.

A cidade de Guanajuato e as Minas Adjacentes foram inscritas na Lista do Património Mundial em 9 de Dezembro de 1988.


Primeira paragem foi:
 

Cristo Rey del Cubilete (Cristo Rei no Santuário) é um dos mais importantes monumentos religiosos do México, e é dito que marca o centro geográfico do país.






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Segunda paragem:
Guanajuato







No Panteón que são catacumbas a oeste da cidade é um cemitério famoso para as naturais múmias de Guanajuato produzidas por meios desconhecidos. 
Cerca de 1 em cada 100 corpos enterrados aqui foram experiências naturais de mumificação. 
No final de 1800, a cidade instituiu um imposto sobre o "enterro" para as famílias dos falecidos. Quando algumas das famílias mais pobres não conseguiram pagar o imposto, os seus parentes foram desenterrados e colocados em exibição pública num museu construído de propósito. 
O museu tem 111 cadáveres em condições quase perfeitas de conservação. 








Obrigado por estarem desse lado.

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Beijinhos e abraços.